Mais uma vez acordo e saio gritando em pânico, chamando a minha irmã e depois de ter acordad o toda a minha familia, com o pânico eminente, descrevo o que estou sentindo para a minha família , eles tentam me acalmar pois sabem que estou em mais uma crise de pânico (sinto dor de cabeça, boca formigando, pernas dormente, coração acelerado) tento manter a calma mas não consigo respirar, me sinto pálida e gelada, quase não consigo beber água de tanta tremedeira. Duas horas após a crise aparentemente estou sedada, mas não por remédios e sim pelo sentimento horrível que ainda permanece. A adrenalina baixou e a crise de choro se inicia pois silenciosamente suplico a Deus que isso acabe, esse sentimento de impotência, não quero passar por isso novamente. Tenho essas crises de pânico desde de que tive um AVC em 2010, talvez se o médico tivesse falado de um jeito mais humano, com mais empatia eu ainda seria eu... Não sou mais a mulher alegre, e cheia de vida e sonhos,...